Chulapa diz ter certeza de que o Santos vai sair da zona de rebaixamento do Brasileiro
Ídolo da torcida e amigo dos jogadores do Santos, Serginho Chulapa reassume o posto de auxiliar-técnico do Peixe e chega dando uma injeção de ânimo no elenco alvinegro. Pelo menos é o que ele mesmo diz. Ele garante que já sentiu o elenco mais animado depois de sua chegada e aposta em uma reação alvinegra já a partir do jogo contra o Flamengo, domingo, às 16h (horário de Brasília), na Vila Belmiro.
Serginho conta que, mesmo fora do clube, jamais perdeu o contato com alguns de seus amigos, como Kleber, Kléber Pereira e Fábio Costa. Aliás, esse trio foi fundamental para a volta de Chulapa ao Santos. Eles pediram à diretoria a contratação do ex-jogador, que deixou o clube no início do ano por ser desafeto de Emerson Leão.
- Fiquei sabendo que o pessoal pediu a minha volta e fico muito feliz. Tenho amizade com eles e, mesmo estando fora, estávamos sempre conversando. O clima está bem melhor, senti o pessoal confiante. Tenho certeza que vamos sair dessa situação. Até porque não dá para ficar pior, né? Estamos com a corda no pescoço e temos de sair dessa desgraça que é a zona do rebaixamento - ressalta.
Mas Chulapa afirma que não chegou ao Santos apenas para trazer alegria e confiança. O ex-jogador deixa claro que o comandante da comissão técnica é Márcio Fernandes. No entanto, ele terá total liberdade para orientar os jogadores. Aliás, já começou fazendo isso, comandando palestra aos jogadores logo em seu primeiro dia, na última quarta-feira.
- Eu sou amigo, gosto de brincar, mas podem ter certeza que eu vou cobrar. O time perdeu dois jogos na Vila Belmiro seguidas, já perdeu dez jogos no Brasileiro. Isso não pode, pô! Temos de ter mais confiança. Não podemos ter medo - discursa o maior artilheiro do Peixe após a Era Pelé, com 104 gols.
Desafeto
Serginho revela que a diretoria tentou segurá-lo no início do ano. No entanto, ele afirma que não poderia trabalhar com Leão.
- Não tem jeito. Ele chegou aqui e resolveu tirar todo mundo que tinha trabalhado com o Luxemburgo. Além disso, a gente não se dá. Eu não posso trabalhar com uma pessoa com quem eu não me dou.

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