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quinta-feira, 29 de maio de 2008

seleção brasileira/Para americanos, Ronaldinho e Kaká são os astros do jogo contra o Canadá

Os americanos parecem não ter dado uma olhada mais atenta a lista de convocados da seleção brasileira para os amistosos contra Canadá e Venezuela. No site oficial do estádio Qwest Field, na cidade de Seatlle, palco do jogo contra os canadenses no próximo sábado, uma foto com Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Robinho e Diego chama os torcedores para acompanharem a partida. No entanto, como já se sabe há duas semanas, os dois primeiros não foram chamados pelo técnico Dunga.

Divulgação/Divulgação

Kaká e Ronaldinho Gaúcho em destaque no site oficial do Qwest Field

Os preços dos ingressos para o jogo no Qwest Field, casa do time de futebol americano Seattle Seahawks, variam de US$ 35 (R$ 58) a US$ 125 (R$ 207). A partida entre Brasil e Canadá acontece neste sábado, às 23h30m (de Brasília). A TV Globo transmite ao vivo e o GLOBOESPORTE.COM acompanha o duelo em tempo real com vídeos.

seleção brasileira/Delegação já está nos EUA

A delegação da seleção brasileira já está em Dallas, escala do vôo para Seattle, cidade onde encara o Canadá, no próximo sábado, 23h30m (de Brasília), em amistoso preparatório paras os jogos contra Paraguai e Argentina pelas eliminatórias. A TV Globo transmite ao vivo e o GLOBOESPORTE.COM acompanha em tempo real com vídeos.

A próxima etapa da viagem, o trecho Dallas-Seattle, dura aproximadamente três horas e meia. A informação é do site oficial da CBF.

O técnico Dunga e o preparador físico Paulo Paixão, que tiveram problema de atraso no vôo de Porto Alegre para São Paulo, na quarta-feira, embarcaram na manhã desta quinta-feira para Seattle.

Em Seattle, a seleção brasileira fica hospedada no Hotel Sheraton. Na sexta-feira, às 16h locais (20h, de Brasília), o time de Dunga fará o treino de reconhecimento do gramado do Qwest Field, local do jogo de sábado.

copa do brasil/Segundo e decisivo jogo da Copa do Brasil será em Recife

Segundo informações do SporTV, foi sorteada no início da tarde desta quinta-feira, na CBF, a ordem dos jogos da final da Copa do Brasil. O primeiro jogo será no Morumbi, em São Paulo, e o segundo, no estádio da Ilha do Retiro, em Recife.

O Corinthians fará, então, pela primeira vez na competição, o segundo jogo fora de casa. O Sport derrotou Palmeiras (nas oitavas-de-final) e Internacional (nas quartas-de-final) jogando a segunda partida em casa.

As duas equipes garantiram nos pênaltis, na noite de quarta-feira, a vaga na grande final. O Corinthians devolveu no Morumbi os 2 a 1 que levou do Botafogo no Engenhão, no Rio de Janeiro, enquanto o Sport foi derrotado pelo Vasco em São Januário por 2 a 0, mesmo placar da vitória rubro-negra na Ilha do Retiro. Nas penalidades máximas, os finalistas venceram por 5 a 4.

libertadores/Riquelme e Battaglia sentem dores e são dúvidas para a partida de volta

Agência/Reuters Agência/Reuters

Riquelme fez dois gols no primeiro jogo, mas sentiu dores e é dúvida para partida de volta

O empate fora de casa contra o Boca Juniors encheu de confiança a torcida do Fluminense para o jogo de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta-feira, no Maracanã. Porém, se os tricolores já tenham motivos para comemorar, uma notícia das rádios locais promete aumentar ainda mais a euforia do clube. O astro do Boca, Riquelme, e o volante Battaglia, um dos principais jogadores do time, sentiram dores após a primeira partida e são dúvidas para quarta-feira.

Riquelme sentiu dores na coxa direita e há a suspeita que o jogador possa ter uma contratura no local. O meia passará a semana toda fazendo tratamento intensivo para poder estar em campo contra o Flu, na quarta-feira.

O caso de Battaglia é um pouco pior. O jogador sentiu uma fisgada, também na coxa direita, e o departamento médico do clube suspeita de um estiramento muscular. Os dois atletas serão avaliados para saber exatamente o grau de suas lesões.

O artilheiro Palermo já manifestou preocupação com a situação de seus dois companheiros.

- Vamos torcer muito para que eles se recuperem. O Fluminense não é o Atlas – afirma, em entrevista a uma rádio local, fazendo referência à vitória do Boca, fora de casa, contra o time mexicano, nas quartas-de-final da Libertadores.

libertadores/Fernando Henrique, um dos heróis tricolores: 'O duelo ainda não acabou'

Assim como tem sido nas últimas partidas do Fluminense, o goleiro Fernando Henrique teve participação fundamental no empate do Tricolor com o Boca Juniors, por 2 a 2, nesta quarta, em Buenos Aires. Com grandes defesas, ele garantiu ao Flu a vantagem de poder empatar por até 1 a 1 no Maracanã e ainda sim se classificar para a final. Após a partida, FH elogiou o espírito de luta dos companheiros, mas lembrou que a batalha ainda não está decidida.

- A equipe toda está de parabéns porque foi aguerrida durante os 90 minutos. Acho que poderíamos até ter conseguido a vitória, mas o resultado foi positivo. Só que o duelo ainda não acabou, temos mais 90 minutos no Maracanã contra um adversário forte e que joga melhor fora de casa do que dentro - afirma.

Antes contestado e vaiado pela torcida, Fernando Henrique afirmou que as pessoas têm memória curta e só se lembram dos seus momentos ruins.

- A gente tem que ter calma e entender, porque a memória do pessoal é muito curta. Fiz uma boa partida como muitas outras, mas isso faz parte, sei do meu potencial e tenho personalidade para assumir as minhas falhas - declara.

O camisa 1 relembrou algumas de suas defesas durante os 90 minutos. Ele disse que o lance mais difícil para ele foi uma cabeçada do atacante Palermo.

- Todas as defesas foram difíceis, a mais bonita acho que foi na cabeçada do Palermo, que quicou no chão e eu espalmei. A mais importante foi a última do Palácio. Trabalhei tanto que nem lembro de todas... - diz.

vasco/Edmundo antecipa aposentadoria. Eurico Miranda garante que não...

Márcio Iannacca/GLOBOESPORTE.COM Márcio Iannacca/GLOBOESPORTE.COM

Edmundo aparece careca em São Januário

O atacante Edmundo reuniu a imprensa nesta quinta-feira para anunciar sua aposentadoria. Cabeça raspada, segundo ele mesmo como punição por ter perdido o pênalti que tirou o Vasco da Copa do Brasil, o jogador só esqueceu de combinar antes com Eurico Miranda.

Na seqüência, o presidente do Vasco se encontrou com o artilheiro e, pouco depois, avisou aos jornalistas que não aceitara a decisão.

- O Edmundo veio me falar que estava com interesse de parar, de rescindir o seu contrato, e eu não aceitei, ponto. Ele até me disse que falou com a imprensa que ia parar. Eu disse 'É problema seu. Agora vai comunicar que veio aqui e não aceitei' - disse, ao programa 'Tá na Área', do Sportv.

Eurico isentou Edmundo de culpa pela eliminação contra o Sport - o Vasco ganhou por 2 a 0 no tempo normal, com um gol de Edmundo aos 46 minutos da etapa final. O resultado levou o jogo aos pênaltis, e ele desperdiçou a primeira cobrança, enquanto o Leão converteu todas e ganhou por 5 a 4. Para o dirigente, a culpa é da arbitragem.

- Não foi o Edmundo o responsável pelo Vasco não ter se classificado. O responsável foi o árbitro. Eles fazem isso de forma impune, não existe punição. O bandeira que anulou aquele gol estará trabalhando normalmente de novo. Causa um prejuízo irreparável. O prejuízo de ordem financeira, de ordem moral que acarreta com a perda de uma classificação é irreparável. Sobre o Edmundo perder o pênalti, isso faz parte - afirma o presidente do Vasco.

Edmundo: 'Vou antecipar a minha aposentadoria'

O Animal, após o encontro com o presidente cruzmaltino, não falou mais com a imprensa. Porém, ele havia sido categórico ao dizer que não jogaria mais.


- Eu que não devo mais estar aqui. Não agüento mais essa emoção. Estou indo lá na sala do presidente para informar a para ele. Vou antecipar a minha aposentadoria.

A decisão, que parecia ser irrevogável, tinha relação direta com o desapontamento do atacante com a noite terrível que passou nesta quarta após o jogo contra o Sport, quando passou de herói a vilão em cerca de dez minutos.

Após fazer o gol que manteve o Vasco vivo, Edmundo abriu a disputa de pênaltis. Só que bateu muito mal e jogou a bola por cima do travessão do goleiro Magrão. Depois disso, todos os jogadores seguintes acertaram suas cobranças, e o time pernambucano eliminou o Vasco dentro de sua casa.

Recentemente, Edmundo também foi vilão de uma eliminação do time cruzmaltino, na semifinal da Taça Guanabara, quando teve a chance de fazer o segundo gol do Vasco contra o Flamengo. Ele errou e a equipe acabou derrotada por 2 a 1. E em 2000, na decisão do Mundial de Clubes, no Maracanã, contra o Corinthians, o Animal também isolou a penalidade e o título.

Na manhã desta quinta, o treinador Antônio Lopes já havia anunciado que Edmundo dificilmente enfrentaria o Grêmio, no fim de semana, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. A explicação era justamente o desgaste emocional do atacante.

libertadores/Restam poucos ingressos para jogo decisivo entre Fluminense x Boca Juniors

Fred Huber/GLOBOESPORTE.COM Fred Huber/GLOBOESPORTE.COM

Nesta quinta, as filas foram maiores na sede do clube, nas Laranjeiras

O empate em 2 a 2 com o Boca Juniors, na Argentina, quarta-feira, deixou a torcida tricolor mais do que entusiasmada para a partida de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta, às 21h50m, no Maracanã. Em pouco mais de cinco horas, os tricolores já esgotaram todos os ingressos de arquibancada verde e amarela e cadeira azul para a partida.

As vendas, que aconteceram entre às 11h e 17h desta quinta-feira, continuam nesta sexta-feira e restam apenas bilhetes de arquibancada branca e cadeiras azuis. Inicialmente 70 mil ingressos foram colocados à venda, mas esta carga pode aumentar.

Os ingressos estão sendo vendidos na sede do clube, nas Laranjeiras, onde se concentrou o maior número de torcedores nesta quinta, além da bilheteria 8 do Maracanã. A Terra Encantada e a Gávea não estarão mais disponíveis, em virtude do início das vendas para o Fla-Flu e da não abertura do parque temático.

CONFIRA OS PREÇOS
Cadeira especial R$ 150 (R$ 75 a meia)
Arquibancada branca R$ 50 (R$ 25 a meia)

botafogo/Cuca: 'É um adeus, e não até breve'

Depois de desembarcar apressado no Rio de Janeiro, o técnico Cuca seguiu direto para a sede do clube, em General Severiano. O assunto da entrevista coletiva todos já sabiam, o comunicado oficial do pedido de demissão do Botafogo. O ex-comandante alvinegro afirmou que deixa o Bota, clube que considera sua casa, com muita tristeza (assista a trecho da coletiva ao lado). Ele ressaltou que não há possibilidade de retorno em um curto espaço de tempo, como já havia feito anteriormente. Cuca garantiu que ainda não conversou com a diretoria de outros clubes para decidir o seu futuro.

- Saio da minha casa, o Botafogo foi um clube muito importante na minha trajetória. Já havia comunicado a minha decisão ao Renha em São Paulo. Meu relacionamento com a diretoria era maravilhoso, mas esse é um adeus, e não um até breve. Não vou voltar em poucos dias, assim como fiz na última vez e acabei atrapalhando o trabalho do Mário Sérgio. Não tinha contrato assinado, mas ainda não conversei com outro clube. Agora vai chegar outro profissional cheio de motivação, não que eu tenha perdido a minha - afirma.

O dirigente Ricardo Rotenberg disse que nome do Botafogo que sente muito a saída do de Cuca. Ele lembrou que o trabalho do treinador fez o clube voltar a ser respeitado no cenário nacional, e acredita que o próximo profissional que assumir o clube terá uma boa base montada.

- Quero dizer em nome da diretoria do Botafogo que lamentamos muito a saída do Cuca. É a perda de um de nós. Tínhamos o sentimento de que, pior do que perder o jogo, poderíamos perder ele. Como ele mesmo disse, não vai voltar daqui a alguns dias, mas esperamos que volte um dia. Sucesso não é só título, o Botafogo voltou a ser respeitado. O Cuca está cansado, e pediu para sair. Um sujeito que fica dois anos sem parar praticamente não tem férias. Ele deixa uma boa base montada, assim como fez em outros clubes. Não conseguimos reforçá-la, e ele não teve tempo para levantar uma taça, mas outro o fará - afirma.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

libertadores/Renato escala Maurício no lugar de Ygor

O técnico do Fluminense, Renato Gaúcho, tomou decisões importantes antes de montar a equipe para o primeiro jogo da semifinal contra o Boca Juniors, nesta quarta-feira, pela Libertadores. Em entrevista ao programa Arena SporTV, em Buenos Aires o treinador confirmou que o craque Riquelme terá atenção especial. Além disso, o volante Maurício entra no lugar de Ygor.

- O Maurício é jogador alto também, tem uma pegada muito forte, mais ou menos nas características do Ygor, porque na bola aérea ele é importante para a gente. Poderia colocar o Fabinho, mas ele é menor e poderíamos ter um pouco de prejuízo em termos da jogada aérea - explica.

Riquelme é o homem a ser marcado... e bem marcado!

Renato sabe da qualidade técnica do camisa 10 do Boca Juniors e se previne. O treinador vai escalar um jogador do Fluminense para acompanhar o craque de perto (assista ao vídeo ao lado). O volante Arouca deve ter a árdua missão.

- Eu vou colocar um jogador em cima do Riquelme. Você perde um jogador seu, mas você procura anular o craque que decide do outro lado. Eu vi os dois jogos do ano passado do Boca Juniors contra o Grêmio (na final da Libertadores), e o Riquelme praticamente ganhou os dois jogos sozinho, fazendo gols e jogadas. O jogador diferenciado não pode ter esta liberdade. Ele vai ter esta atenção especial, mas no momento que tivermos a bola o jogador que estiver na marcação dele vai sair para o jogo - afirma.

Siga todos os lances da partida no Tempo Real do GLOBOESPORTE.COM, às 21h50m. A Rede Globo e o SporTV transmitem.

Ygor sentiu uma fisgada na panturrilha esquerda no treino de segunda-feira e não terá condições de entrar em campo. Renato também confirmou que Dodô começa a partida no banco de reservas. Sendo assim, o Flu encara o Boca com: Fernando Henrique, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Arouca, Maurício, Cícero, Conca e Thiago Neves; Washington.

copa do brasil/Diogo Rincón quer primeiro título caseiro

Em seis anos na Ucrânia, Diogo Rincón conquistou dez títulos pelo Dínamo Kiev. Mas, em poucos meses no Corinthians, o meio-campista considera como única a possibilidade de levantar a taça de campeão da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, o Timão enfrenta o Botafogo, às 21h50m, no Morumbi, pelas semifinais.

- Será o jogo mais importante da minha vida até o momento. Fui muito vitorioso na Ucrânia, mas pouco se divulgou isso aqui. É a oportunidade mais próxima de conquistar um título perto do meu povo e da minha família – afirma.

Contratado do Internacional em 2001 pelo Dínamo, Diogo Rincón conquistou na Ucrânia três campeonatos nacionais, três supercopas do país e outras três copas locais. O jogador está emprestado ao Timão até o final de 2008 e tem chance ainda de recolocar o clube na elite do Brasileirão.

- A gente sempre deixou claro que acreditava na nossa capacidade. Sabia que era difícil porque a desconfiança era grande pelo ano passado. Mas, internamente, a gente sabia que tinha condições de chegar mais longe na temporada – completa.

copa do brasil/Contra o Sport, caldeirão vascaíno deve ter o recorde de público do time no ano

Em comparação com as outras torcidas cariocas, os vascaínos ainda estão muito tímidos em São Januário. Enquanto tricolores, botafoguenses e flamenguistas estão entre os times que mais levaram pessoas aos estádios em 2008, os torcedores do Vasco ainda não mostraram toda a sua força nas arquibancadas. Na maioria das partidas da equipe cruzmaltina em seu estádio, o público pagante não tem superado a marca de 10 mil.

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Por isso a expectativa nesta quarta-feira, na partida decisiva contra o Sport pela Copa do Brasil, é de que o caldeirão vascaíno enfim dê provas de sua força e seja quebrado o recorde de público do time no ano. O maior registrado em São Januário em 2008 aconteceu na partida contra o Corinthians-AL: 20.245 pagantes.

A carga inicial de 20 mil ingressos para o jogo desta quarta já está esgotada e tudo indica que o time pernambucano terá de suportar uma grande pressão da torcida cruzmaltina no estádio.

brasileirão/Musa do Brasileirão: mais de 500 candidatas já estão inscritas

Apenas dois dias após a abertura das inscrições, já são agora mais de 500 candidatas para o 3º Concurso Musa do Brasileirão 2008. A nova versão, mais atraente e emocionante, surge em tabelinha do GLOBOESPORTE.COM com o "Caldeirão do Huck" e o "Esporte Espetacular". Até o dia 3 de agosto, torcedoras de todo o Brasil que sonham representar seu time entre os 20 que compõem a Série A deverão criar um perfil personalizado, com fotos e vídeo, em que demonstrem sua paixão.

Divulgação/Divulgação

Renata Costa

O Flamengo é o clube com mais inscrições. Já são 93 candidatas. Entre elas, Renata da Costa Jakubovic, de 27 anos, que foi uma das musas na apresentação do carro do clube que vai disputar a Super League.


A torcedora Nayla, de 26 anos, mostrou que é apaixonada pelo time desde pequena. Ela publicou em sua página uma foto ao lado de Joel Santana.

GLOBOESPORTE.COM/GLOBOESPORTE.COM

Gabriela Moraes Leite

O Grêmio tem duas representantes dignas de parar o trânsito. Pâmela Vargas, 22 anos, é estudante de Direito e fanática por futebol desde criança. Fã de Ronaldinho Gaúcho, ela está bem cotada entre os internautas, que a classificam como jogadora "camisa 10".

Daiane Fraga, de 19 anos, também está na briga. Modelo há dois anos, ela também trabalha como produtora. Ela já provocou suspiros dos gremistas em ensaios sensuais.
- Sou fanática pelo Grêmio e também jogava bola na juventude - disse Daiane.

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Fernanda, no jogo Grêmio x São Paulo (Libertadores 07)

As torcedoras do "imortal tricolor" provam serem fanáticas pelo time. Gabriela Moraes Leite já vestia o uniforme completo desde criança; já a gremista Fernanda Echebeste Dias não perde um jogo do seu time de coração.

No Botafogo, a concorrência é grande. Rosanna Pinheiro, de 30 anos, chegou a tatuar o escudo do clube no pulso para demonstrar o amor pelo Alvinegro.

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Rossanna Pinheiro tatuou o escudo do time

- Quando vi o Túlio Maravilha levantando a taça em 1995, saí correndo pelo meio da rua e quase fui atropelada de tanta emoção. Ainda tenho a foto guardada. Eu mereço ser a musa do clube porque além de amar o Glorioso, sou uma torcedora presente. Vou sempre aos jogos - disse.


Mas Rosanna tem fortes rivais pela frente. Danielle Platino, de 25 anos, é a professora que todo mundo gostaria de ter. Ela dá aula de inglês e está no último período do curso de Letras. Se considera uma "botafoguense roxa". E também está muito bem cotada entre os alvinegros. Admiradora de Lucio Flávio, tem como momento inesquecível o gol de calcanhar de Túlio no Maracanã contra o Universidad Católica.

A líder na preferência dos alvinegros até agora é Carol Couto, de 22 anos, tem 85% de aprovação dos internautas, que a escalam na "seleção" das musas.
- Vibro, sofro, torço e comemoro! Amo o Botafogo e tenho certeza de que o representaria muito bem - disse Carol, que gosta do futebol de Jorge Henrique.

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Caroline Alencar

No Palmeiras, a disputa também é acirrada. Keury Jardim, de 24 anos, é modelo e se formou em Letras pela Universidade de Minas Gerais. Em 2006, lecionou aulas de Português e Inglês para alunos de ensino médio em colégios da rede pública de Belo Horizonte. Em busca de novos desafios, mudou-se para São Paulo em 2007. Agora, quer ser a musa do Verdão! Com manequim 40, coxa 54, com 1,70m de altura e 59 quilos.

Caroline Alencar, de 20 anos, lembra da emoção que sentiu no duelo contra o Corinthians na Libertadores de 2000 quando Marcos defendeu o pênalti de Marcelinho. Ela é fã de Valdívia e do goleiro Marcos.
- Sou uma garota simpática e extrovertida. Mereço ser a musa do palmeiras porque este time faz parte da minha vida.

De 4 a 30 de agosto, três de cada time, 60 ao todo, serão pré-selecionadas para que a torcida escolha a Musa do seu time em votação no GLOBOESPORTE.COM. Depois, de 31 de agosto a 4 de outubro, o torcedor vai optar, entre as três candidatas pré-selecionadas, pela que considera melhor para representar o seu clube.

Daí em diante, fortes emoções. As 20 candidatas ao título passarão por ensaio fotográfico, aparições no "Esporte Espetacular" e no "Caldeirão do Huck". A decisão será dia 6 de dezembro, no "Caldeirão do Huck". Lá, as concorrentes viverão clima de final de campeonato, e torcerão como nunca para ganhar a faixa de campeã!

As torcedoras da Portuguesa, Sport, Vitória, Coritiba, Figueirense, Goiás, Náutico e Ipatinga ainda estão tímidas, mas têm tempo suficiente para participar. Seus clubes merecem lindas representantes.

Outras representantes

Divulgação/Divulgação

Jacqueline da Silva

Jacqueline da Silva é são-paulina tem 21 anos e, apesar de ser carioca, se inscreveu para representar o São Paulo. Ela garante ser torcedora doente do clube. Salve o Tricolor Paulista, Amado Clube Brasileiro!

Paula Millen nem parece ter 36 anos. Ela é mãe e está em grande forma, batendo um bolão! É mais uma candidata a musa do São Paulo.

libertadores/América-MEX e LDU empatam no primeiro round da semifinal

Agência/EFE Agência/EFE

Villa e Manso em ação: partida foi bastante disputada. Gols saíram no segundo tempo

No primeiro round da briga para chegar à final da Libertadores, vantagem para a LDU. O empate de 1 a 1 com o América do México, num lotado estádio Azteca, na Cidade do México, foi de bom tamanho para a equipe equatoriana. Com o resultado, basta um empate de 0 a 0 em Quito, na próxima terça-feira, para assegurar a vaga na final da Libertadores, contra o vencedor do confronto entre Boca Juniors e Fluminense, que começam nesta quarta-feira, em Buenos Aires, a decidir a vaga.

Caso a segunda partida termine em empate de 1 a 1, o jogo será decidido nos pênaltis. Empate a partir de dois gols ou qualquer vitória do América dá a vaga ao time mexicano. Os dois clubes jamais conquistaram a Libertadores. Na atual edição, enquanto o América foi o carrasco dos brasileiros Flamengo e Santos, a LDU derrubou os argentinos Estudiantes e San Lorenzo.

A partida desta terça-feira foi bastante disputada (no vídeo abaixo, assista aos melhores momentos). No primeiro tempo e em parte do segundo, a LDU esteve melhor. A partir da metade do segundo tempo, o América equilibrou as ações. Os gols foram de cabeça, e saíram na segunda etapa. Bolaños abriu o placar para os equatorianos, em falha do bom goleiro Ochoa, enquanto Esqueda empatou para o América - num dia pouco inspirado do atacante Cabañas, algoz do Rubro-Negro e do Peixe.

LDU começa melhor

Em casa, cabia ao América buscar o ataque. Mas a forte marcação da LDU, principalmente na saída de bola dos mexicanos, dificultou as ações. Fora que os contra-ataques vinham em velocidade, com Manso, pelo meio, ou Guerrón, pela direita. Com isso, os equatorianos passaram a dominar a partida e a criar os principais lances de perigo. No primeiro, Manso bateu cruzado, para fora. Argüelos respondeu para o América - Cevallos foi no canto e pegou. Depois, Bolaños também assustou, para fora. E aos 20 fez a melhor jogada de gol, quando bateu de fora da área e obrigou Ochoa a fazer uma grande defesa, tocando para escanteio,

Os mais de 100 mil torcedores do América começaram a vaiar o time. Cabañas, também impaciente, recuava mais para buscar o jogo, já que a bola chegava com dificuldade ao ataque - o carrasco de Flamengo e Santos só tinha dado um chute a gol, mas sem perigo. Aos 28, tentou bater de longe, a bola desviou para a entrada da área. Argüello arriscou, a bola resvalou na zaga equatoriana e foi para escanteio, com perigo.

A partir daí, o time do América recuperou o apoio da torcida. Mas a LDU continuava rezando bem a sua cartilha. Num contra-ataque, só faltou pontaria a Bieller, aos 33 - o atacante bateu pelo alto. A disputa pela bola começou a ter mais cara de Libertadores. Aos 34, Villa e Manso se estranharam numa dividida. Manso fez a falta, mas levou um chute de Villa - que já tinha cartão amarelo - e, estranhamente, também foi advertido com o cartão. Na seqüência, a bola acabou alçada na cabeça de Cabañas, que no entanto jogou nas mãos de Cevallos.

A área da LDU estava tão congestionada que a melhor solução para o América foi bater de longe, novamente com Argüello, aos 38. A bola foi para fora. O último lance do primeiro tempo foi o fiel espelho da partida até então. Aos 45, Bolaños cortou da esquerda para o meio e bateu na trave. Susto para Ochoa, para o América, para os mais de 100 mil presentes ao Azteca.

LDU abriu o placar, mas Esqueda (D), de cabeça, empatou para o América do México

Gols e equilíbrio

O América resolveu mexer para o segundo tempo. Mas, estranhamente, o técnico Juan Antonio Luna tirou justamente o que mais chutou a gol: trocou Argüello por Higuain. O time ficou mais ofensivo. No início, deu certo. O meia cortou para o meio e bateu firme. Cevallos defendeu, mas a bola sobrou para Esqueda, que perdeu naquele momento, aos 4 minutos, o gol mais feito da partida.

Com isso, a equipe mexicana acordou. Calle fez falta infantil na entrada da área. Houve confusão na barreira. Depois da distribuição de cartões, Cabañas cobrou no canto direito aos 8, mas Cevallos salvou para escanteio. A torcida americana voltou a apoiar o time. O jogo mudou. Mas por pouco tempo.

A LDU não estava morta. Num rápido contra-ataque, Vera lançou Guerrón pela direita. O ala-direito invadiu e bateu. Ochoa, dessa vez, salvou com o pé. Mas o futebol é às vezes cruel, e nele ninguém é infalível, nem um goleiro do nível do mexicano. Aos 17, Guerrón, já àquela altura o nome da partida, desceu pela direita e tentou encobrir Ochoa. O goleiro foi mal e não conseguiu segurar a bola, que escapou. Nas suas costas, Bolaños só mergulhou de peixinho para cabecear e fazer o gol: 1 a 0 LDU.

Luna mexeu mais uma vez, trocando o volante Iñigo por mais um atacante, Lopez. Com quatro na frente, partiu para o tudo-ou-nada. Do lado da LDU, Guerrón passeava pela direita, pedalando sempre que podia. Numa bola na área do América, aos 26, Campos, de cabeça, desperdiçou chance daquelas que não podem ser perdidas para definir a partida.

O futebol foi cruel mais uma vez. Dois minutos depois, em escanteio cobrado por Higuain, Esqueda subiu mais que toda a defesa da LDU para testar firme, à esquerda de Cevallos, empatar a partida e levar à loucura a torcida no Azteca.

Pegou fogo novamente a partida. Sebastian Dominguez, o Sebá, ex-Corinthians, entrou duro, por trás, em Bolaños, que encarou o zagueiro. Resumo da ópera: os dois foram expulsos. Com 10 em campo dos dois lados, Ochoa deu susto no fim, mas não houve mais gols. O duelo está longe de ser definido. Em Quito, na próxima terça-feira, a emoção promete tomar conta.

libertadores 2008/Consciente, Flu tenta segurar a pressão do Boca Juniors

Boca Juniors Boca Juniors X Fluminense Fluminense

Photocâmera

Treino Fluminense Argentina Libertadores

O Fluminense, que há exatos 24 anos conquistava um de seus títulos mais importantes, o Campeonato Brasileiro, nesta quarta, a partir das 21h50m, no Estádio Juan Domingo Perón, dará início a uma das batalhas mais importantes e aguardadas de sua história, o primeiro jogo da semifinal da Libertadores, contra o todo-poderoso Boca Juniors, time mais popular da Argentina e que só uma vez foi eliminado da competição por um time brasileiro, em 1963, pelo ainda mais poderoso Santos de Pelé.

A vitória emocionante e incontestável sobre o São Paulo, então favorito para pegar o Boca, deu mais confiança ao Fluminense, que não vinha mostrando um bom futebol e nem o empenho que a torcida tanto espera. Aquele triunfo, com direito a fim do jejum de gols do artilheiro Washington, gol de Dodô e ótima atuação de Conca, fortalece o time para a decisão.

Em Buenos Aires, o tradicional Tricolor das Laranjeiras, que nunca havia passado da primeira fase da Libertadores, é quase um desconhecido para os torcedores locais, o que motiva ainda mais os jogadores e o técnico Renato Gaúcho.

- Eles têm razão de não nos conhecer, pois desde 1985 que o clube não disputava esta competição. Mas agora eles vão nos conhecer bem. O time deles é bom, mas o nosso também é. Tenho certeza de que o respeito que temos por eles, eles têm pela gente. Vai ser um duelo de gigantes, como foi contra o São Paulo – diz Renato Gaúcho.

O clima das ruas na capital argentina ainda é de tranqüilidade. Os ingressos para a partida já estão esgotados, mas é raro – até pelo frio intenso – encontrar algum torcedor com a camisa do Boca. Comum é ver os argentinos certos da vitória de seu time mais popular. Se para o Fluminense a partida é história pura, para o Boca é mais uma semifinal do campeonato que ele já conquistou seis vezes.

Nesta terça, o técnico Renato Gaúcho ganhou um problema de última hora. O volante Ygor, com dores na panturrilha e no joelho esquerdos, não treinou. Renato diz que vai esperar pelo jogador até o último minuto, mas a tendência é que Roger ou Fabinho comece a partida.

- Acho que chegou a nossa hora. Quando Deus coloca Roger em campo, é sinal de que coisa boa está por vir – avisa o torcedor Leandro Goulart, que assistiu ao treino com um casaco do River Plate e uma bandeira do Flu como cachecol.

No Boca, o clima só não é de festa porque o artilheiro Palermo cobrou aumento de salário após marcar os três contra o Atlas, no México, que garantiram a classificação do time. Nesta terça, o atacante não quis dar entrevistas, mas durante o treino na Bombonera mostrou que o dinheiro não deve estar fazendo muita falta, já que o sorriso e as brincadeiras foram a tônica da atividade.

O técnico Carlos Ischia, que tinha apenas uma dúvida para escalar o time, em relação à volta do lateral Ibarra no lugar de Maidana – já confirmou a equipe. Ainda longe da melhor forma, Ibarra ficará no banco. O restante está mais do que pronto, incluindo o trio de ouro formado por Riquelme, Palermo e Palácio.


brasileirão - série b/Tricolor e Bragantino empatam na Vila

Agência/Lancepress Agência/Lancepress

Paraná e Bragantino empatam por 2 a 2

Tanto Paraná, quanto Bragantino, seguem andando com passos curtos naSérie B do Brasileirão. Na abertura da quarta rodada, na noite desta terça-feira, os dois empataram por 2 a 2, no estádio Durival Britto, em Curitiba, em um resultado ruim para ambos. Os paranistas seguem na zona de rebaixamento, em 17º lugar, com apenas dois pontos, e sem vencer na Segunda Divisão. O time paulista soma quatro pontos, ocupando apenas a 14ª posição na classificação. O Corinthians segue como líder isolado, com nove pontos.

O Bragantino volta a jogar na próxima terça-feira, dia 3 de junho, contra o CRB, em Santa Bárbara d'Oeste. Enquanto isso, o Paraná só joga no dia 7, contra o Ceará, de novo em casa.

O jogo

Buscando a primeira vitória, o time paranista até que começou com boas chances, obrigando o goleiro Gilvan a fazer defesas importantes em um chute de Everton e uma falta de Ângelo. Mas quem abriu o placar, aos 26 minutos, em contra-ataque, foi o Bragantino. Pará recebeu bom passe pela esquerda, avançou e tocou na saída de Gabriel.

Mas o Tricolor reagiu e empatou dois minutos depois. Thyago fez lindo corte na marcação e tabelou duas vezes com Giuliano, que de costas para o gol, deu um voleio e balançou as redes do Braga. Nos minutos finais da primeira etapa, o veterano Sérgio Manoel quase desempatou em cobrança de falta, mas Gabriel fez boa defesa. Porém, nos acréscimos, Pará fez um passe de meia-bicicleta para Cesar Gaúcho ajeitar de cabeça, e Cris, sozinho, tocar e fazer Bragantino 2 a 1.


Logo no início da metade complementar, Clênio foi derrubado quando entrava na área do time paulista, e o árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva apitou pênalti e ainda expulsou Vanderlei, deixando os visitantes com dez em campo. Joelson bateu com paradinha, empatando o jogo na Vila Capanema.

O time anfitrião não aproveitou a vantagem numérica, que durou vinte minutos, já que Davi foi expulso. Poré, continuou levando perigo mesmo com dez contra dez. Clênio perdeu cara a cara aos 31, e Everton parou na grande defesa do goleiro Gilvan logo depois. Nos minutos finais, a torcida paranista voltou a protestar, para tristeza do técnico Paulo Bonamigo, com gritos de "queremos jogador" e "time sem-vergonha".

brasileirão/Ibson prepara despedida da Gávea

Arquivo/AGÊNCIA O GLOBO Arquivo/AGÊNCIA O GLOBO

Ibson ainda é dúvida para o Fla-Flu

Ibson não entrou em campo no último fim de semana por causa de dores na coxa esquerda. No Fla-Flu do próximo domingo, a presença do jogador também é incerta. A proximidade do fim do contrato do jogador e a indefinição sobre o futuro dele fazem com que surja a possibilidade de uma despedida iminente.

O compromisso de Ibson com o Flamengo termina no próximo dia 30 de junho. Para liberá-lo em definitivo, o Porto pede - a princípio - cerca de R$ 10 milhões, valor da cláusula liberatória. A falta de dinheiro somada ao rendimento irregular do jogador em 2008 tornam a compra dos direitos econômicos algo fora da realidade rubro-negra.

Até o fim de junho, Ibson poderia realizar mais cinco jogos pelo Fla. Caso entre em campo em todas as partidas, não poderá ser inscrito por clube algum da Primeira Divisão do Brasil se o Porto decidir emprestá-lo novamente. Segundo a legislação vigente, um jogador pode participar de, no máximo, seis jogos por uma equipe para disputar o Brasileirão por outra.

O caso de Adriano é semelhante. Depois da eliminação na Taça Libertadores, o atacante recebeu alguns dias de folga e se apresentará à seleção. Como o contrato termina no fim de julho e o retorno ao Inter de Milão é irreversível, ele não deve disputar qualquer partida do Campeonato Brasileiro.

Meio-campo forte


Sem analisar a possível saída, o técnico Caio Júnior analisa que o meio-campo é o setor mais competitivo do Flamengo.

- Tenho ótimas opções para o meio-campo e pretendo explorá-las. Vou investir neste setor - aposta.

Resta saber se sem ou com Ibson.

brasileirão/Emerson Leão pede demissão do Peixe

Adilson Barros/GLOBOESPORTE.COM Adilson Barros/GLOBOESPORTE.COM

Leão teve o carro apedrejado por torcedores

O técnico Emerson Leão deixou o comando do Santos nesta terça-feira à tarde. O treinador vinha sendo criticado desde o início do ano pela torcida e até mesmo por membros da diretoria santista. O diretor de futebol do clube, Luiz Antônio Ruas Capella, disse nessa segunda-feira que Leão era homem de confiança do presidente Marcelo Teixeira. No entanto, o treinador preferiu não continuar.


A eliminação da Taça Libertadores e a derrota por 4 a 0 para o Cruzeiro, pelo Brasileirão, no último domingo, além das críticas da torcida, acabaram sendo fatores decisivos para a decisão do treinador.


Agora, o Peixe busca um comandante às pressas. Cuca, do Botafogo, é o nome preferido do diretor de futebol do Peixe.

terça-feira, 27 de maio de 2008

libertadores/Raio-X de Fluminense x Boca Juniors

Veja a comparação, jogador por jogador, entre as duas equipes


Fluminense e Boca Juniors iniciam na próxima quarta-feira, em Buenos Aires, a semifinal mais aguardada - e uma espécie de final antecipada - da Taça Libertadores. A equipe argentina, com seis títulos, tem mais tradição. Mas o Tricolor chega embalado por uma ótima campanha (a melhor da primeira fase) e a heróica vitória sobre o São Paulo.

E quem leva a melhor na comparação das duas equipes, jogador por jogador? Confira a avaliação do GLOBOESPORTE.COM e a análise tática de cada setor do campo nos dois times.

Goleiro:

Fernando Henrique: Tem feito grandes defesas e salvado o Flu em algumas oportunidades, mas oscila demais em uma mesma partida. É considerado pela torcida o calcanhar de Aquiles do time por ser capaz de, após pegar uma bola impossível, dar rebote no pé do atacante adversário mais próximo logo em seguida.

Migliore: Não é um garoto (tem 26 anos), mas é um goleiro de pouquíssima experiência mesmo na Primeira Divisão argentina - e menos ainda em partidas internacionais. Sempre foi reserva no Boca desde que chegou do Huracán, em 2006. Substitui o titular Caranta, que está machucado.

Quem leva vantagem: Fluminense

Lateral-direito:

Gabriel: É eficiente no apoio ao ataque, embora não esteja chegando constantemente à linha de fundo, preferindo entrar pelo meio. Tem ótima técnica e chuta bem, mas peca na marcação e, às vezes, parece disperso em campo.

Maidana: É um zagueiro improvisado, mas já se acostumou à posição. Tem muita garra, mas pouca técnica e chega pouco ao ataque. Vem cumprindo bem sua função.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Zagueiro central:

Thiago Silva: O melhor jogador do Flu. Tem excelente senso de colocação e antecipação. É preciso no desarme e, apesar e não ser muito alto (1,83m), também nas bolas altas. Sabe sair jogando, o que muitas vezes liga um contra-ataque. Seu chute potente é uma arma a mais. Ficou três semanas afastado por lesão muscular, mas a falta de ritmo não foi um problema contra o São Paulo.

Cáceres: Chegou com prestígio e a bênção de Maradona, que disse que era um zagueiro ideal para o Boca, mas demorou a mostrar boas atuações. É regular e, aos 28 anos, tem experiência e passagem pela seleção paraguaia. Já atuou pelo Atlético-MG.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Quarto zagueiro:

Luiz Alberto: Líder do Flu dentro e fora de campo, o capitão é quem faz o "trabalho sujo" na zaga. Costuma chegar mais duro do que Thiago Silva, mas é leal. Seguro tanto pelo alto como nas bolas rasteiras, costuma ter um pouco mais de dificuldade quando pega pela frente atacantes rápidos.

Palleta: O jovem de 22 anos, contratado ao Liverpool, é tratado como craque no clube. Recuperou-se há pouco de uma lesão. É bom no combate direto e no jogo aéreo, até pela sua altura (1,90m), mas é um pouco lento. Encontra dificuldades quando fica sozinho com um atacante rápido e habilidoso.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Lateral-esquerdo:

Junior Cesar: É um dos destaques do time na Libertadores. Sua velocidade impressiona tanto nos contra-ataques como no momento de recompor a defesa. Com seriedade, conquistou a torcida, que pegava no seu pé quando subiu dos juniores. O maior defeito é a pouca precisão nos cruzamentos. Sua baixa estatura (1,66m) também por vezes torna bolas alçadas sobre a área mais perigosas.

Morel Rodríguez: O outro paraguaio do time titular também joga como zagueiro, embora seja baixo (1,75m). Tem velocidade, sabe se antecipar ao adversário, chega bastante ao ataque e cruza bem. Leva perigo nas bolas paradas, principalmente pelo lado direito.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Análise tática da defesa:

Fluminense: A defesa menos vazada da competição - seis gols sofridos, sendo apenas um deles em casa - é o ponte forte da equipe. Quando joga fora, Renato escala Ygor na sobra, como terceiro zagueiro, enquanto Luiz Alberto e Thiago Silva matam as jogadas adversárias ainda na intermediária. O esquema favorece a subida dos laterais. Precisa tomar cuidado com os rebotes, já que Fernando Henrique não costuma segurar chutes de longa distância.

Boca Juniors: O lado mais sólido está na direita, o que pode servir de contraponto ao setor ofensivo do Flu. O lateral Ibarra, que atua nessa faixa do campo e se recuperou de lesão no joelho, pode ser uma arma a mais, caso não seja atrapalhado pela falta de ritmo. Cáceres e Palleta ainda não jogaram o que podem e andaram falhando na Libertadores. É sem dúvida o ponto fraco do time, mas às vezes isso não fica tanto em evidência graças à força ofensiva.

Primeiro volante:

Ygor: É o ponto fraco do sistema defensivo, embora conte com a eterna confiança de Renato Gaúcho. Joga com disposição e seriedade e precisa se desdobrar para segurar um meio-campo que, dependendo da escalação, é pouco marcador. Porém, o que sobra de vontade, lhe falta em técnica. Todas as vezes em que começou a ganhar um pouco de crédito com a torcida, logo falhou.

Battaglia: É o leão do meio-campo e peça-chave na equipe. Tem porte físico e personalidade - costuma crescer nos clássicos contra o River Plate, por exemplo -, além de ser acostumado à Taça Libertadores: conquistou o título quatro vezes, todas pelo Boca. Leva perigo nas bolas aéreas por ser bom cabeceador.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Segundo volante:

Arouca: Antigo xodó da torcida, caiu muito de rendimento e já não é titular absoluto, embora tenha reconquistado a posição contra o São Paulo. Sua entrada é opção para melhorar a marcação e o passe para levar o Flu à frente. Quando ele joga, Gabriel tem mais liberdade apoiar o ataque.

Vargas: O ex-volante do Internacional pouco chega ao ataque ou ajuda o lateral Maidana na frente. Serve mais como um suporte a Battaglia nas roubadas de bola, mas tem bom passe.

Quem leva vantagem: empate.

Meia:

Cícero: É o verdadeiro curinga do time. Sua posição de origem é de segundo ou terceiro homem de meio-campo, mas até de centroavante já jogou. Tem bom passe, chuta forte e, principalmente, conta com uma cabeçada mortal. Porém, assim como Gabriel, às vezes parece meio desligado no jogo e perde bolas fáceis, propiciando perigosos contra-ataques.

Dátolo: O ex-meia do Banfield demorou para conquistar a torcida desde sua chegada, em 2006, mas vem subindo de produção e hoje é um dos melhores jogadores do Boca na Libertadores. Corre o tempo todo e faz jogadas tanto pela linha de fundo como entrando pelo meio. Também tem boa conclusão.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Meia:

Thiago Neves: É outro que não está em boa fase, tendo caído muito de produção em relação às atuações de 2007 e do início do ano. Dribla bem, tem chute preciso e é esperança da torcida nas cobranças de falta e escanteio.

Riquelme: Ainda não jogou tudo o que pode, mas já foi decisivo contra o Atlas, pelas quartas-de-final. É o centralizador das jogadas de ataque e muito perigoso em bolas paradas. Tem uma visão de jogo fora do comum.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Análise tática do meio-campo:

Fluminense: Com a dupla Arouca e Cícero na cabeça-de-área, a saída para o contra-ataque ganha qualidade, mas o time perde na recuperação da posse de bola. As jogadas de maior perigo saem dos pés de Conca, seja nas tabelas com Junior Cesar, seja em seus toques precisos para o ataque. Thiago Neves também tem liberdade para se movimentar. Carrega mais a bola do que o companheiro e cria jogadas na frente, mas Renato Gaúcho cobra muito que os dois façam o primeiro combate na saída de bola.

Boca Juniors: É um setor bem equilibrado, com a pegada de Battaglia e Vargas e a criatividade e ousadia de Riquelme e Dátolo. Pode tornar-se mais ofensivo com a entrada de Chávez no lugar de Vargas, a exemplo do que aconteceu contra o Atlas no México. No entanto, o espaço deixado pelas subidas de Dátolo pela esquerda pode ser explorado, já que Morel Rodríguez não é tão bom no combate direto. E anular Riquelme é meio caminho andado para destruir a criação do time.

Meia ofensivo/atacante:

Conca: Ao contrário de Thiago Neves, cresceu muito na reta decisiva da Libertadores, principalmente nos jogos contra o São Paulo. Tornou-se o motor do time, mostrando preparo físico e vontade invejáveis. Tem excelente visão de jogo, distribui muito bem as jogadas e chuta com veneno, apesar da pouca força.

Palacio: Não está em sua melhor forma, mas se movimenta muito, pelos dois lados do campo, e é inteligente. Cria jogadas e aparece para finalizá-las, ainda que lhe falte qualidade na hora da conclusão. Outra virtude sua é a incansável ajuda na marcação.

Quem leva vantagem: empate.

Centroavante:

Washington: Clássico atacante-pivô. É pouco habilidoso, mas tem bom domínio de bola para matar bolas "quadradas" e sabe o que fazer dentro da área. É bom no chute com as duas pernas e, principalmente, no cabeceio, como o que garantiu a classificação do Flu para a semifinal da Libertadores.

Palermo: Ainda é lembrado por muitos brasileiros, injustamente, pelos três pênaltis perdidos em uma só partida, em 1999. Impõe respeito como poucos por ser um excelente finalizador, tanto com o pé como com a cabeça, mesmo sem tanta técnica.

Quem leva vantagem: empate.

Análise tática do ataque:

Fluminense: Se Washington jogar sozinho na frente, o Fluminense vai insistir muito nas bolas alçadas na área pelos laterais. O atacante também faz bem o papel de pivô, de costas para o gol, ajeitando a bola para os chutes de longe de Conca, Cícero e Thiago Neves. O jogador aproveita sua estatura para aproveitar as cobranças de escanteio e falta do camisa 10 tricolor.

Boca Juniors: Palacio e Palermo se complementam e têm ótimo entrosamento. Com mais freqüência, o primeiro faz as jogadas pelas pontas e dá assistência ao segundo. Mas Palermo também sabe criar espaços para a entrada de Palacio pelo meio. Outra ótima opção é a chegada de Dátolo pela linha de fundo, na esquerda, cruzando para a cabeçada de Palermo.

Treinador:

Renato Gaúcho: Demonstra ter o grupo nas mãos e vem evoluindo como treinador. Sua vibração à beira do campo muitas vezes contagia os jogadores, embora também enerve os mais inexperientes. Peca por mostrar vaidade em algumas atitudes. Geralmente é conservador ao escalar a equipe, mas sabe ser ousado quando necessário. Seus times não apresentam um variado leque de jogadas ensaiadas, mas a força aérea é treinada à exaustão.

Carlos Ischia: Ex-assistente de Bianchi no Boca, não tem a mesma ousadia que seu mestre, que fazia a equipe atuar da mesma maneira em qualquer lugar. Prefere jogar mais de acordo com as circunstâncias e carece de firmeza nas decisões. Porém, conhece muito bem o clube e sabe lidar com as estrelas do time. Pode ser cobrado em caso de eliminação na Libertadores, já que vem poupando titulares no Clausura e se afastou do título argentino.

libertadores/Riquelme respeita o Fluminense, mas vê Boca Juniors perto da final

Para Riquelme, rivais não têm medo do Boca

Principal nome do Boca Juniors na conquista da última Libertadores, o meia Riquelme acredita que o clube está bem perto de disputar mais uma final do torneio. Porém, o camisa 10 diz esperar dificuldades contra o Fluminense, rival da semifinal.

Um dos motivos para a confiança de Riquelme é a torcida do Boca, mesmo sem a Bombonera. Punido pela Conmebol, o clube terá que mandar a partida desta quarta-feira no estádio do Racing.

- Estamos muito perto de jogar outra final. O Fluminense joga bem e sério. Será complicado na quarta-feira, mas sei que a torcida vai cantar os 90 minutos - diz, em entrevista ao canal TyC Sports.

Apesar de o Boca ser considerado o "bicho papão" da Libertadores, para Riquelme o time não é tão favorito assim neste ano:

- Temos uma maneira de jogar e confiamos nela. Não acredito que os outros clubes tenham medo de nós.

Além do Fluminense, o camisa 10 está de olho em outro confronto Brasil x Argentina: dia 18 de junho, pelas eliminatórias, as seleções se enfrentam no Mineirão.

- Vai ser um grande jogo, com grandes jogadores. Seria lindo ganhar na casa deles. Vamos para vencer - conclui.

copa do brasil/Edmundo: 'A gente não precisa de tranqüilidade. Precisamos de vontade'

Edmundo e Leandro são as esperanças do Vasco para conseguir a vaga na decisão

O atacante Edmundo foi um dos últimos a deixar o campo de São Januário após o treinamento desta terça-feira, véspera da partida decisiva contra o Sport, pelas semifinais da Copa do Brasil. Concentrado para o confronto em que o Vasco precisa vencer por três gols de diferença para chegar à final do campeonato, o Animal conversou com a imprensa por cerca de 20 minutos. Durante o papo, o jogador afirmou que a confiança do torcedor cruzmaltino, que já comprou todos os 20 mil ingressos colocados à venda, está contagiando ainda mais o grupo.

Na conversa, Edmundo falou da atitude do Vasco em campo, da presença dos torcedores, e de como o time precisa atuar para sair com um bom resultado nesta quarta-feira.

TÍTULO NACIONAL
"Sem dúvida nenhuma a torcida está querendo novamente um grande título, até porque viu o Flamengo ganhar recentemente a Copa do Brasil, o Fluminense vencer no ano passado. Acho que a rivalidade faz com que o torcedor queira muito um título. O Brasileiro só termina no dia 7 de dezembro e a Copa do Brasil acaba na próxima semana. A ansiedade é ainda maior por conta disso. O torcedor acredita no time quando ele vê a possibilidade desse sonho se tornar realidade. Quem ganha mais com isso é o clube, é o jogador. O torcedor tem a alegria que a gente não consegue pegar, não consegue apalpar, que é o ganho da felicidade, o ganho do sorriso. Às vezes, uns vão até chorar de emoção, mas é uma coisa de sentimento, que não dá para explicar. Se eles (torcedores) estão confiando é porque é possível, e a gente vai atrás."

GRITO DA ARQUIBANCADA "É muito bom, muito gratificante. Depois de uma certa idade, depois de passar tantas vezes por isso, você se acostuma, mas quando não tem, sente falta. Ainda mais quando é verdadeiro, quando é sincero. Às vezes, você é contratado por um clube, chega lá, joga duas partidas, e todo mundo grita o seu nome. Aí, o time começa a perder e o primeiro alvo são as contratações que foram feitas, dizendo que você é mercenário ou coisa parecida. No Vasco é diferente. As pessoas têm carinho, amizade, respeito. Isso é o maior patrimônio que eu posso ter. Ter uma torcida bacana, forte, ao meu lado."

TRANQÜILIDADE OU AFOBAÇÃO?
"A palavra certa para o Vasco não é tranqüilidade. A gente não precisa de tranqüilidade. A gente precisa mais de adrenalina, correria, vontade e disposição. Essa é a parte que eu mais gosto do Lopes. A parte motivacional. Ele acredita, confia, dá confiança total para todos os jogadores que vão para campo. A gente precisa arriscar. Eles (Sport) vão fazer um jogo em que cada falta, eles vão demorar para levantar. Cada lateral, eles vão demorar para cobrar. Eles vão testar a nossa paciência. A gente vai ter 90 minutos e isso vai ser sufuciente para a gente fazer os gols necessários. Tem que pensar em um de cada vez. Tem que fazer um de cada vez. A gente não consegue fazer o terceiro se não fizer o primeiro e o segundo. Faz o primeiro, continua insistindo. Faz o segundo, continua insistindo, e faz o terceiro. Claro que tudo aqui é teoria. Do lado de lá tem o Sport. Se eles não fizerem gol e não sofrerem gols, eles vão para Recife classificados."

copa do brasil/Timão nega pedido do Bota por mais ingressos para a semifinal

Através de uma nota oficial, o Corinthians avisou que não vai atender o pedido do Botafogo por mais 700 ingressos para a semifinal da Copa do Brasil, no Morumbi. Inicialmente, o clube carioca pediu apenas mil entradas, sendo que teria direito a 6 mil (10% da capacidade do estádio).



A diretoria botafoguense esperava que os bilhetes ficassem reservados para pedidos de última hora, como o que os corintianos fizeram no Rio, sendo prontamente atendidos pelo clube carioca. No entanto, a diretoria paulista já vendeu o restante da carga para a Fiel e, além disso, avisa que o local reservado aos rivais comporta apenas 1.055 torcedores por questão de segurança.

O Corinthians também garante que estudou receber os adversários em outro local do Morumbi, mas não houve condição por causa do curto espaço de tempo até a partida, que será nesta quarta-feira.

Sobre a ameaça do Bota de levar o caso à Justiça, os corintianos garantem estar amparados pelo artigo 73 do Regulamento Geral das Competições da CBF, que diz que os visitantes têm direito a 10% dos ingressos desde que faça o pedido com três dias úteis de antecedência. Mesmo assim, o dirigente botafoguense Ricardo Rotemberg lamentou a postura do clube paulista.

- Do ponto de vista legal, eles têm razão. Mas o Corinthians não formalizou em tempo hábil seu pedido no primeiro jogo. Mesmo assim, o Botafogo atendeu e se colocou à disposição desde o primeiro momento. O que resta é o ponto de vista moral. Houve falta de respeito e pressa do Corinthians de não querer atender o Botafogo. Confiamos na palavra deles - afirma.

rasileirão - série b/Brasiliense enfrenta o Ceará, em Fortaleza, na briga pela liderança

O líder da Série B é o Corinthians, mas na abertura da quarta rodada,
nesta terça-feira, o Brasiliense, que enfrenta o Ceará, às 20h30m, no
Castelão, pode assumir a primeira colocação com uma simples vitória.

O jogo marcará a estréia de Alfinete no comando da equipe dos
experientes Júnior Baiano, Dimba e Iranlido, na vaga deixada por Gerson
Andreotti. O Brasiliense está invicto e tem sete pontos. Caso consiga
sua terceira vitória consecutiva, ultrapassará os corintianos, que somam
nove.

Alfinete deu a entender que não fará grandes mudanças de início, e que a
base deve ser mantida para o jogo na capital cearense.

- Vamos manter a mesma base do time que vinha atuando. Quando voltarmos
do Ceará, teremos uma semana para que eu possa conhecer o elenco.

Ceará busca reabilitação


Já os cearenses, que ocupam apenas a 13ª posição, com três pontos
conquistados, tentam se recuperar dos tropeços fora de casa para Ponte
Preta e Vila Nova-GO.

O técnico do Ceará, Lula Pereira, terá dois importantes retornos para
buscar a reabilitação. O meia-atacante Allann Delon, que não atuou
contra a Macaca, pelo cartão vermelho recebido em Goiânia, e o volante Chicão,
recuperado de uma entorse no pé direito. No entanto, o desfalque é o
cabeça-de-área Michel, que levou o terceiro amarelo.

- Sabemos que não existe jogo fácil na Série B, e esse contra o
Brasiliense não será diferente. Apesar da derrota para a Ponte, estamos
evoluindo. Acredito que podemos conseguir os três pontos – analisa Lula.

Outra novidade no Vozão será a presença do goleiro Adilson no banco de
reservas. O paredão da torcida, que estava suspenso nos dois primeiros
jogos, foi relacionado por Lula, que está promovendo um rodízio entre os
goleiros. Por enquanto, Bonan é o camisa 1 da vez.

brasileirão - série b/Avaí tenta se recuperar contra Ramalhão

Após deixar a vitória contra o Barueri escapar no último minuto, o Avaí volta a jogar em Florianópolis, nesta terça-feira, buscando reencontrar o caminho da vitória contra o Santo André, pela quarta rodada da Série B do Brasileirão. Com cinco pontos em três jogos, o Leão amarga a nona colocação da competição, enquanto o Ramalhão está em 14º lugar com três pontos. O canal Premiere transmite o jogo para todo o Brasil.

Com a expulsão do zagueiro Cássio, o técnico do Avaí, Silas, pode mudar o esquema do 3-5-2 para o 4-4-2. Assim, Arlindo Maracanã e Jeff Silva passam a jogar em uma linha de quatro, e Rafael Costa forma a dupla de ataque com Vandinho, recuando Válber para sua posição de origem no meio-campo.

O volante Cocito, que saiu de campo machucado, não preocupa para o jogo contra o Santo André. Com ausência de Bruno, o volante ganhará uma nova chance no Avaí.

Otimista, Silas acredita que o time tem tudo para subir de produção na Série B.

- Nossa perspectiva de futuro é muito boa. Vamos enfrentar todo mundo de igual para igual. Ganhar ou perder vai depender de alguém estar bem no dia, de uma jogada individual, de algum detalhe - comentou o técnico.

Já pelo lado do Santo André, a equipe do ABC paulista não poderá repetir a escalação que conquistou a primeira vitória do time na Série B. O zagueiro Douglas e o meia Jéferson cumprem suspensão e desfalcarão o Ramalhão. O técnico Sérgio Soares ainda não confirmou os respectivos substitutos. O zagueiro Luiz Henrique e o apoiador Juninho são os favoritos às vagas.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

brasileirão 2008/Alex Mineiro perde pênalti, e Palmeiras empata com a Portuguesa

Portuguesa Portuguesa 1 X 1 Palmeiras Palmeiras

Lancepress

Lance de jogo entre Palmeiras e Portuguesa

A organização da Portuguesa parou a técnica do Palmeiras. Sem grande brilho e por vezes até sonolento, o campeão paulista não passou de um empate por 1 a 1 com a Lusa no início da noite deste domingo. Os gols foram marcados por David e Diogo, um em cada tempo. O jogo, com mando de campo do clube do Canindé, foi realizado no Pacaembu graças a um acordo entre as duas equipes. O mesmo acontecerá no segundo turno.

Com o resultado, o time de Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de migrar para o bloco de cima da tabela após as três primeiras rodadas do Brasileirão. A equipe de Vágner Benazzi, sem tanta verba para investir, vive situação contraditória: tem o direito de comemorar o placar, mas vê com preocupação a tabela do Nacional.

O Palmeiras chegou a quatro pontos, em um discreto 10º lugar. A Portuguesa, ainda sem vencer na competição, tem apenas dois, em 18º, na zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Verdão recebe o Atlético-PR no domingo. No mesmo dia, a Lusa visita o Atlético-MG.

Caiu na área, é pênalti. Ou não

Nem Valdivia, nem Denílson. Nem Diogo, nem Christian. O grande protagonista do primeiro tempo no Pacaembu foi o árbitro Sálvio Spinola Fagundes Filho. Foram quatro lances de pênalti, dois para cada lado. Nenhum deles foi escandaloso, daqueles de fazer o torcedor ranger os dentes de raiva, mas houve irregularidades em todos. Três foram ignorados - Élder Granja puxou Edno com cinco minutos, Halisson deu joelhada nas costas de Valdivia aos oito e Pierre deslocou Diogo aos nove. O único assinalado foi o de Bruno Rodrigo em Denílson, bem depois, aos 32 minutos. Alex Mineiro cobrou e acertou a trave direita.

Mas o Palmeiras abrira o placar antes. Amplamente superior na metade inicial do primeiro período, o time de Vanderlei Luxemburgo chegou ao gol com seu principal veneno, a habilidade de Valdivia. O chileno tramou jogada pela esquerda, deixou dois para trás e rolou para o zagueiro David mandar um chute cruzado, rasteiro. O goleiro Gottardi até tocou na bola, mas foi insuficiente. Ela entrou mansinha na lateral da rede: 1 a 0 para o Verdão.

Eram 20 minutos de jogo. Antes, Alex Mineiro havia perdido boa chance em cruzamento de Granja. O centroavante concluiu para fora, rente à trave esquerda. Depois do gol, o Palmeiras parou. Vanderlei Luxemburgo quase invadiu o gramado para dar umas boas palmadas em seus jogadores, que resolveram enfeitar. Valdivia, Henrique e Martinez ensaiaram algumas gracinhas e quase levaram a pior. A sorte para os palmeirenses é que a Portuguesa esteve longe de ser um time eficaz.

Com três zagueiros, Benazzi mandou o time a campo para segurar a visível superioridade técnica do adversário. Mas o time desencaixou. Nasceram espaços enormes entre os setores. A criação, a cargo apenas de Preto, foi insuficiente. Resultado: Diogo e Christian tiveram que recuar para buscar o jogo e acabaram fragilizando o ataque. A única boa chance da Lusa foi aos 25 minutos, em cobrança de falta do ala Edno. A bola passou sobre o gol.

Portuguesa melhora no etapa final e empata

O esquema 3-5-2 da Portuguesa foi pelos ares no intervalo. Necessitado de maior poder ofensivo, Benazzi tirou o zagueiro Marco Aurélio e colocou o atacante Ralph. Deu certo. A Lusa voltou mais encorpada e aproveitou a sonolência do Palmeiras para empatar o jogo. Aos 13 minutos, Diogo, melhor jogador da equipe do Canindé, recebeu em profundidade de Claudecir, pela direita, e chutou cruzado, forte, longe do alcance de Marcos: 1 a 1. Minutos antes, o mesmo Diogo havia obrigado o goleiro palmeirense a praticar bela defesa.

O gol provocou duas reações naturais: avanço do Palmeiras, recuo da Portuguesa. Os alviverdes partiram para a pressão, circularam nas redondezas da área adversária e arriscaram chutes de média distância, mas sem sucesso. O jogo terminou mesmo 1 a 1.

brasileirão 2008/Na estréia dos treinadores, Atléticos empatam em partida feia

Atlético-PR Atlético-PR 1 X 1 Atlético-MG Atlético-MG

Lancepress

Lance de jogo entre Atlético-MG e Atlético-PR

Os mais otimistas entre os torcedores dos Atléticos que viram o jogo na Arena da Baixada devem estar pensando que os dois técnicos ainda vão imprimir seus estilos às equipes. Porque a estréia de Roberto Fernandes no Atlético-PR e de Alexandre Gallo no Atlético-MG, no empate em 1 a 1, foi pouco animadora. Sobrou marcação e faltou criatividade na partida, que teve poucos lances de perigo e muitas vaias da torcida.

O Furacão, que pegará o Palmeiras fora de casa na quarta rodada, chegou à quinta colocação no Campeonato Brasileiro, com cinco pontos. O Galo, que receberá a Portuguesa, passou a somar três pontos, após três empates consecutivos, e está em 15º lugar.

Preocupação de ambos em se defender

Jogadores animados e querendo mostrar serviço para o novo treinador? O primeiro tempo não teve nada disso. Os dois times começaram a partida mais preocupados em defender e destruir jogadas do que em chegar ao gol adversário.

O Atlético-PR tentava algo em cruzamentos da intermediária, sobretudo com Nei e Netinho, ou em chutes de longe. O Atlético-MG, restrito a contra-ataques que quase nunca funcionavam, só teve uma chance de gol. Mas foi a melhor dos 45 minutos iniciais. Coelho cruzou, e a bola atravessou a área. Calisto dominou e deu ótimo passe para Eduardo, que, cara a cara com Vinícius, pegou mal na bola e a isolou.

Com o time mineiro armando uma forte retranca, o Furacão teve dificuldades de chegar à área tocando a bola. Conseguiu isso em um raro contra-ataque, sua especialidade, mas deu o azar de a bola ficar com Alan Bahia na hora de decidir a jogada. Ele esperou demais e chutou em cima do adversário.

No intervalo, o técnico Gallo reclamou do posicionamento do seu time.

- Estamos muito atrás, precisamos jogar mais.

Atacantes entram em campo

Gallo não ficou só no discurso e pôs Marques no lugar do zagueiro Marcos. Do outro lado, Roberto Fernandes também resolveu escalar um companheiro no ataque para Marcelo Ramos, que até então mal tinha tocado na bola, trocando Piauí por Wallyson.

O Atlético-MG abriu o placar aos dez minutos com a participação de dois jogadores que vinham sendo peças nulas em campo: Almir e Petkovic. O primeiro tentou uma jogada individual e sofreu falta. O segundo aproveitou a desatenção da defesa e cobrou rápido, cruzando para Eduardo se redimir do erro no primeiro tempo e marcar.

O empate não demorou a sair. Aos 16, Wallyson foi à ponta e cruzou. Marcelo Ramos se antecipou a Leandro Almeida e cabeceou para a rede. Gallo se preparava para pôr mais um atacante em campo quando Eduardo recebeu o cartão vermelho por atingir Chicão de forma estabanada.

Com um a mais em campo, o Atlético-PR foi ao ataque, apostando principalmente nos cruzamentos de Nei pela direita. Porém, esbarrou na zaga alvinegra e no goleiro Juninho e ainda sofreu um perigoso contra-ataque, em que Coelho foi cercado e caiu, reclamando pênalti.

brasileirão 2008/Com muitos reservas, Botafogo e Vasco empatam clássico apimentado

Botafogo Botafogo 1 X 1 Vasco Vasco

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Alex Teixeira em lance de jogo entre Vasco e Botafogo

Com times repletos de reservas e com o pensamento mais nas semifinais da Copa do Brasil, Botafogo e Vasco empataram por 1 a 1 neste domingo, no Engenhão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar da ausência de muitos titulares, o jogo foi animado, com várias chances de gol, bola na trave, expulsão e um pênalti polêmico nos minutos finais.

Com o resultado, as duas equipes chegaram a quatro pontos na competição. No sábado, o Vasco encara o Grêmio, em São Januário. O Botafogo, por sua vez, encara o Náutico, nos Aflitos, em Recife. Antes, decidem vaga na final do Copa do Brasil. Na quarta-feira, o Vasco enfrenta o Sport em São Januário. E o Botafogo enfrenta o Corinthians no Morumbi.

Vasco abre placar com menos de um minuto

Com maioria de torcedores no estádio administrado pelo adversário, o Vasco não deu tempo nem para o Botafogo se aquecer. Com 50 segundos, Alex Teixeira cobrou escanteio, a zaga alvinegra falhou, e Eduardo Luiz aproveitou para abrir o marcador. Com a superioridade no placar e na arquibancada, o time visitante passou a atuar nos contra-ataques, aproveitando a velocidade de Jean e Alex Teixeira.

Após o gol, o Botafogo passou a tomar conta do jogo, principalmente com lances criados por Carlos Alberto. Marcado de perto, ora por Eduardo Luiz, ora por Luizão, o meia tentava sair de seus perseguidores na base da velocidade. No entanto, o Alvinegro não tinha poder para superar o bloqueio na entrada da área e assustava o Vasco em lances de bola parada.

Com apenas Alan Kardec no ataque, o Vasco pouco assustava. O atacante teve uma boa chance aos 28, após falha de Bruno Costa. O zagueiro alvinegro perdeu a bola para Alex Teixeira, que serviu o camisa 19. O atacante vascaíno perdeu a passada e chutou errado, desperdiçando uma ótima chance de ampliar. O Vasco teve as melhores oportunidades do primeiro tempo. Aos 38, Alan Kardec, novamente, cobrou falta da entrada da área e a bola explodiu na trave esquerda.

Pênalti no fim garante empate para o Botafogo

Para o segundo tempo, o técnico Cuca apostou na entrada do 'titular' Jorge Henrique na vaga de Abedi. Já no Vasco, o chileno Villanueva substituiu Jean, que deixou o jogo com a perna direita sangrando devido a uma entrada grosseira de Bruno Costa. E logo com um minuto, Antônio Lopes ficou sem o lateral-esquerdo estreante Valmir, com uma entorse no tornozelo esquerdo. Bruno Gallo entrou em campo.

O Botafogo seguia dependente dos lances de Carlos Alberto, que não repetiu a boa atuação da etapa inicial. Mas o time de General Severiano tomou a iniciativa, enquanto o Vasco seguia tentando segurar o resultado.

Após 15 minutos praticamente sem atacar, o Vasco foi à frente. Alex Teixeira dominou pelo lado direito e chutou na rede pelo lado de fora, enganando muitos vascaínos, que chegaram a comemorar. Aos 23, o Botafogo perdeu ótima chance. Carlos Alberto dominou dentro da área e chutou cruzado, Renato Silva escorou livre na pequena área, mas colocou por cima.

A situação do Vasco piorou com a expulsão do volante Pablo, aos 28, por falta em Jorge Henrique. O Botafogo aumentou a pressão e conseguiu o empate aos 41 minutos. Fábio disputou a bola com Vítor e caiu na área após um agarra-agarra. Apesar das reclamações dos vascaínos, o juiz apontou a marca de pênalti. Lucio Flavio, outro titular absoluto que entrou na segunda etapa, cobrou bem e empatou. O Alvinegro seguiu pressionando nos minutos finais, mas não conseguiu desempatar.

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