Paraná e Bragantino empatam por 2 a 2
Tanto Paraná, quanto Bragantino, seguem andando com passos curtos naSérie B do Brasileirão. Na abertura da quarta rodada, na noite desta terça-feira, os dois empataram por 2 a 2, no estádio Durival Britto, em Curitiba, em um resultado ruim para ambos. Os paranistas seguem na zona de rebaixamento, em 17º lugar, com apenas dois pontos, e sem vencer na Segunda Divisão. O time paulista soma quatro pontos, ocupando apenas a 14ª posição na classificação. O Corinthians segue como líder isolado, com nove pontos.
O Bragantino volta a jogar na próxima terça-feira, dia 3 de junho, contra o CRB, em Santa Bárbara d'Oeste. Enquanto isso, o Paraná só joga no dia 7, contra o Ceará, de novo em casa.
O jogo
Buscando a primeira vitória, o time paranista até que começou com boas chances, obrigando o goleiro Gilvan a fazer defesas importantes em um chute de Everton e uma falta de Ângelo. Mas quem abriu o placar, aos 26 minutos, em contra-ataque, foi o Bragantino. Pará recebeu bom passe pela esquerda, avançou e tocou na saída de Gabriel.
Mas o Tricolor reagiu e empatou dois minutos depois. Thyago fez lindo corte na marcação e tabelou duas vezes com Giuliano, que de costas para o gol, deu um voleio e balançou as redes do Braga. Nos minutos finais da primeira etapa, o veterano Sérgio Manoel quase desempatou em cobrança de falta, mas Gabriel fez boa defesa. Porém, nos acréscimos, Pará fez um passe de meia-bicicleta para Cesar Gaúcho ajeitar de cabeça, e Cris, sozinho, tocar e fazer Bragantino 2 a 1.
Logo no início da metade complementar, Clênio foi derrubado quando entrava na área do time paulista, e o árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva apitou pênalti e ainda expulsou Vanderlei, deixando os visitantes com dez em campo. Joelson bateu com paradinha, empatando o jogo na Vila Capanema.
O time anfitrião não aproveitou a vantagem numérica, que durou vinte minutos, já que Davi foi expulso. Poré, continuou levando perigo mesmo com dez contra dez. Clênio perdeu cara a cara aos 31, e Everton parou na grande defesa do goleiro Gilvan logo depois. Nos minutos finais, a torcida paranista voltou a protestar, para tristeza do técnico Paulo Bonamigo, com gritos de "queremos jogador" e "time sem-vergonha".

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