Portuguesa
1 X 1
Palmeiras
Com o resultado, o time de Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de migrar para o bloco de cima da tabela após as três primeiras rodadas do Brasileirão. A equipe de Vágner Benazzi, sem tanta verba para investir, vive situação contraditória: tem o direito de comemorar o placar, mas vê com preocupação a tabela do Nacional.
O Palmeiras chegou a quatro pontos, em um discreto 10º lugar. A Portuguesa, ainda sem vencer na competição, tem apenas dois, em 18º, na zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Verdão recebe o Atlético-PR no domingo. No mesmo dia, a Lusa visita o Atlético-MG.
Caiu na área, é pênalti. Ou não
Nem Valdivia, nem Denílson. Nem Diogo, nem Christian. O grande protagonista do primeiro tempo no Pacaembu foi o árbitro Sálvio Spinola Fagundes Filho. Foram quatro lances de pênalti, dois para cada lado. Nenhum deles foi escandaloso, daqueles de fazer o torcedor ranger os dentes de raiva, mas houve irregularidades em todos. Três foram ignorados - Élder Granja puxou Edno com cinco minutos, Halisson deu joelhada nas costas de Valdivia aos oito e Pierre deslocou Diogo aos nove. O único assinalado foi o de Bruno Rodrigo em Denílson, bem depois, aos 32 minutos. Alex Mineiro cobrou e acertou a trave direita.
Mas o Palmeiras abrira o placar antes. Amplamente superior na metade inicial do primeiro período, o time de Vanderlei Luxemburgo chegou ao gol com seu principal veneno, a habilidade de Valdivia. O chileno tramou jogada pela esquerda, deixou dois para trás e rolou para o zagueiro David mandar um chute cruzado, rasteiro. O goleiro Gottardi até tocou na bola, mas foi insuficiente. Ela entrou mansinha na lateral da rede: 1 a 0 para o Verdão.
Eram 20 minutos de jogo. Antes, Alex Mineiro havia perdido boa chance em cruzamento de Granja. O centroavante concluiu para fora, rente à trave esquerda. Depois do gol, o Palmeiras parou. Vanderlei Luxemburgo quase invadiu o gramado para dar umas boas palmadas em seus jogadores, que resolveram enfeitar. Valdivia, Henrique e Martinez ensaiaram algumas gracinhas e quase levaram a pior. A sorte para os palmeirenses é que a Portuguesa esteve longe de ser um time eficaz.
Com três zagueiros, Benazzi mandou o time a campo para segurar a visível superioridade técnica do adversário. Mas o time desencaixou. Nasceram espaços enormes entre os setores. A criação, a cargo apenas de Preto, foi insuficiente. Resultado: Diogo e Christian tiveram que recuar para buscar o jogo e acabaram fragilizando o ataque. A única boa chance da Lusa foi aos 25 minutos, em cobrança de falta do ala Edno. A bola passou sobre o gol.
Portuguesa melhora no etapa final e empata
O esquema 3-5-2 da Portuguesa foi pelos ares no intervalo. Necessitado de maior poder ofensivo, Benazzi tirou o zagueiro Marco Aurélio e colocou o atacante Ralph. Deu certo. A Lusa voltou mais encorpada e aproveitou a sonolência do Palmeiras para empatar o jogo. Aos 13 minutos, Diogo, melhor jogador da equipe do Canindé, recebeu em profundidade de Claudecir, pela direita, e chutou cruzado, forte, longe do alcance de Marcos: 1 a 1. Minutos antes, o mesmo Diogo havia obrigado o goleiro palmeirense a praticar bela defesa.
O gol provocou duas reações naturais: avanço do Palmeiras, recuo da Portuguesa. Os alviverdes partiram para a pressão, circularam nas redondezas da área adversária e arriscaram chutes de média distância, mas sem sucesso. O jogo terminou mesmo 1 a 1.
Lance de jogo entre Palmeiras e Portuguesa
A organização da Portuguesa parou a técnica do Palmeiras. Sem grande brilho e por vezes até sonolento, o campeão paulista não passou de um empate por 1 a 1 com a Lusa no início da noite deste domingo. Os gols foram marcados por David e Diogo, um em cada tempo. O jogo, com mando de campo do clube do Canindé, foi realizado no Pacaembu graças a um acordo entre as duas equipes. O mesmo acontecerá no segundo turno.Com o resultado, o time de Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de migrar para o bloco de cima da tabela após as três primeiras rodadas do Brasileirão. A equipe de Vágner Benazzi, sem tanta verba para investir, vive situação contraditória: tem o direito de comemorar o placar, mas vê com preocupação a tabela do Nacional.
O Palmeiras chegou a quatro pontos, em um discreto 10º lugar. A Portuguesa, ainda sem vencer na competição, tem apenas dois, em 18º, na zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Verdão recebe o Atlético-PR no domingo. No mesmo dia, a Lusa visita o Atlético-MG.
Caiu na área, é pênalti. Ou não
Nem Valdivia, nem Denílson. Nem Diogo, nem Christian. O grande protagonista do primeiro tempo no Pacaembu foi o árbitro Sálvio Spinola Fagundes Filho. Foram quatro lances de pênalti, dois para cada lado. Nenhum deles foi escandaloso, daqueles de fazer o torcedor ranger os dentes de raiva, mas houve irregularidades em todos. Três foram ignorados - Élder Granja puxou Edno com cinco minutos, Halisson deu joelhada nas costas de Valdivia aos oito e Pierre deslocou Diogo aos nove. O único assinalado foi o de Bruno Rodrigo em Denílson, bem depois, aos 32 minutos. Alex Mineiro cobrou e acertou a trave direita.
Mas o Palmeiras abrira o placar antes. Amplamente superior na metade inicial do primeiro período, o time de Vanderlei Luxemburgo chegou ao gol com seu principal veneno, a habilidade de Valdivia. O chileno tramou jogada pela esquerda, deixou dois para trás e rolou para o zagueiro David mandar um chute cruzado, rasteiro. O goleiro Gottardi até tocou na bola, mas foi insuficiente. Ela entrou mansinha na lateral da rede: 1 a 0 para o Verdão.
Eram 20 minutos de jogo. Antes, Alex Mineiro havia perdido boa chance em cruzamento de Granja. O centroavante concluiu para fora, rente à trave esquerda. Depois do gol, o Palmeiras parou. Vanderlei Luxemburgo quase invadiu o gramado para dar umas boas palmadas em seus jogadores, que resolveram enfeitar. Valdivia, Henrique e Martinez ensaiaram algumas gracinhas e quase levaram a pior. A sorte para os palmeirenses é que a Portuguesa esteve longe de ser um time eficaz.
Com três zagueiros, Benazzi mandou o time a campo para segurar a visível superioridade técnica do adversário. Mas o time desencaixou. Nasceram espaços enormes entre os setores. A criação, a cargo apenas de Preto, foi insuficiente. Resultado: Diogo e Christian tiveram que recuar para buscar o jogo e acabaram fragilizando o ataque. A única boa chance da Lusa foi aos 25 minutos, em cobrança de falta do ala Edno. A bola passou sobre o gol.
Portuguesa melhora no etapa final e empata
O esquema 3-5-2 da Portuguesa foi pelos ares no intervalo. Necessitado de maior poder ofensivo, Benazzi tirou o zagueiro Marco Aurélio e colocou o atacante Ralph. Deu certo. A Lusa voltou mais encorpada e aproveitou a sonolência do Palmeiras para empatar o jogo. Aos 13 minutos, Diogo, melhor jogador da equipe do Canindé, recebeu em profundidade de Claudecir, pela direita, e chutou cruzado, forte, longe do alcance de Marcos: 1 a 1. Minutos antes, o mesmo Diogo havia obrigado o goleiro palmeirense a praticar bela defesa.
O gol provocou duas reações naturais: avanço do Palmeiras, recuo da Portuguesa. Os alviverdes partiram para a pressão, circularam nas redondezas da área adversária e arriscaram chutes de média distância, mas sem sucesso. O jogo terminou mesmo 1 a 1.

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